Tempo de inatividade: O verdadeiro custo de um ataque de ransomware
A maioria das empresas cientes do risco de ransomware também está atenta às exigências dos criminosos em seus ataques: o pagamento de um resgate para liberar os arquivos criptografados. Esses pagamentos variam dependendo dos operadores do ransomware e podem ir de alguns milhares a milhões de dólares. Tomemos o ransomware Ryuk como exemplo: ele é responsável por um terço dos ataques de ransomware em 2020 até o momento e é conhecido por exigir resgates na casa dos milhões de dólares. Mesmo que uma empresa consiga efetuar o pagamento do resgate, ela pode enfrentar consequências financeiras de longo prazo como resultado do ataque.
O tempo de inatividade é um efeito colateral comum, mas não previsto, de um ataque bem-sucedido de ransomware. Sem as soluções certas para que as operações comerciais voltem a funcionar, o tempo de inatividade é praticamente inevitável. Quando os malfeitores não conseguem descriptografar os arquivos de suas vítimas, as empresas ficam impossibilitadas de operar, impedindo-as de realizar as funções essenciais do negócio, como vendas, comunicação com clientes e muito mais. Isso costuma ser imensamente mais caro para as empresas do que o pedido de resgate em si - até 50 vezes mais. Então, como uma empresa pode evitar o tempo de inatividade após um ataque?
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